Na aldeia não se passa sem / In the village we don’t life without

Na aldeia não se passa semo rancho folclórico.

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“Os Camponeses” são o rancho folclórico cá do sitio. Um grupo de pessoas independentes e bem dispostas que se entregam de coração e alma a esta tão nobre tarefa que é preservar o património cultural.

Com os cantares e os dançares que aprenderam dos avós, apresentam-nos um cenário que nos remete para o passado. Os trajes representam toda a sociedade da época, desde aos noivos, ao trabalhador do campo. As modas, como são vulgarmente chamadas as canções, falam da ceifa e das tarefas do dia a dia. Tudo isto acompanhado pelo acordeão e pelo adufe. Nós gostamos do abracinho bem apertado, uma clara alusão às despedidas e à saudade.

Mais do que um grupo de pessoas, são um grupo de amigos. Porque o seu maestro é o João Martins, além de um ensaiador à maneira é o vizinho que todos gostavam de ter. Daqueles que nos batem à porta com pão caseiro, ou um baldinho de tomates, ou flores da sua quinta ou aquele pudim na forma que mais ninguém faz. Porque o acordeonista é o filho do Sr. Rogério que vende fruta. Porque a Sra. Rosa que toca a pandeireta era vizinha da avó. E ela mesma é a avó do elemento mais novo, o futuro do passe doble com a rebeldia nos pés. Porque o Sr. Fernando que toca o reco-reco e a sua mulher são uma simpatia.

O littlecamila orgulha-se de pertencer a esta comunidade e agradece a esta gente que tanto se dedica em defesa de um bem que é de todos. O folclore é talvez a expressão mais viva das tradições e dos costumes de uma comunidade. E só quando se percebe a riqueza do seu património, se começa verdadeiramente a aprecia-lo.

Saiba mais sobre o rancho aqui e aqui.

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English

In the village we don’t live withoutthe folkloric group.

“Os Camponeses “ are the folk dance of our village. A group of independent people well humored who surrender heart and soul to this such noble task of preserving our cultural heritage.

With songs and dances they have learned from grandparents, they present us in a way that brings us to the past. The costumes represent the entire society of the time, since the bride and groom to the field worker. The modas (a regional word for song), speak about the harvest and the day to day life. All of this together with the accordion and tambourine. We like abracinho bem apertado (tight hug) alluding to farewells and

More than a group of people, they are a group of friends. Because its conductor is João Martins, besides a kind of a master is the neighbor everyone would like to have. Those who knock on the door with homemade bread, or a bucket of tomatoes, or flowers from their garden or one pudding that nobody else does. Because the accordionist is the son of Mr. Rogério, the fruit seller. Because Mrs. Rosa who plays the tambourine was a neighbor of our grandmother. And she herself is the grandmother of the newest element, the future of  pass doble with the rebellion on her feet. Because Mr. Fernando who plays the reco-reco and his wife are a complete sympathy.

Llittlecamila is proud to belong to this community and thanks to this people who are engaged in defense of something that belongs to all of us. Folklore is perhaps the most vivid expression of a community’s traditions and customs. And only when you realize the richness of its heritage, it truly begins to appreciate.

Please read more here and here.

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